Monitoramento ambiental registra retorno de espécies raras de aves à Lagoa Rodrigo de Freitas
Biólogos celebram melhoria contínua na qualidade da água e expansão dos manguezais recuperados.
O reflorestamento das margens e a oxigenação contínua trouxeram de volta animais que não eram avistados há mais de 15 anos.
A Lagoa Rodrigo de Freitas, um dos cartões-postais mais emblemáticos do Rio de Janeiro, vive um momento de renascimento ecológico. O mais recente relatório do Instituto Estadual do Ambiente (Inea) registrou a presença estável de mais de 40 espécies de aves aquáticas.
Entre os destaques estão o colhereiro-americano e o socó-boi, aves altamente sensíveis à poluição que voltaram a nidificar nas áreas de mangue plantadas ao longo da orla do Parque dos Patins e da Curva do Calombo.
O projeto de monitoramento é conduzido em parceria com a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), que mantém boias eletrônicas aferindo salinidade, temperatura e níveis de oxigênio a cada 15 minutos.
A equipe do RJ Hoje continuará acompanhando os desdobramentos desta ocorrência ao longo de todo o dia. Novas atualizações serão inseridas nesta página em tempo real.

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